domingo, 31 de março de 2013

A Fragilidade Gerencial Permite a Ascensão da Incompetência Política


       Pensar que contribuí positivamente através da lutas sociais para o fortalecimento do único Partido Político, aqui fazendo uso da forma etimológica da palavra, uma vez que foi o PT o único formado a partir das bases – de baixo pra cima, diferenciando-se dos demais que sempre tiveram sua origem através das cúpulas mandatárias.
        Hoje presencio com tristeza e melancolia, um certo desleixo da ética que ontem era bandeira de luta, em nome do poder pelo poder. A governabilidade deveria ser com o apoiamento geral e irrestrito das massas e não de pseudos representantes, que só denigrem o nome de lutas em favor dos menos favorecidos socialmente, tornou o PT refém de artimanhas da “politicalha”, coisa nociva a sociabilidade.
        Por conta da tal governabilidade, ampliou no parlamento o número de “Picaretas”, fazendo uso de argumento do senhor Luiz Inácio “Lula” da Silva, quando deputado federal. Fortaleceram os “políticos” dito do “baixo clero” e destruíram as ideologias, colocando sonhos de um mundo melhor na vala comum, reforçando as falácias da dominação de que o mundo capitalista é assim mesmo e políticos são todos iguais. 
       Já não bastasse Roberto Jeffersom (PTB-RJ) & Cia LTDA promovendo um grande “estrago” por interesses pessoais não atendidos, o ruralista Blairo Maggi (PR -MT)  na Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal e, agora vivenciamos em acensão, o inexpressível e reacionário dirigente da Comissão de Direitos Humanos. E tudo patrocinado pela “incompetência” gerencial em nome da governabilidade? Permitindo assim que nosso Estado Laico se transforme em questões religiosas de cunho fundamentalista?
         Em sociedade não existem espaços vazios e, estes que deveriam ser da coletividade social e do partido representante, foram ocupados por pseudos políticos, aqueles que jamais sairiam do anonimato em circunstâncias outras, e hoje estão gerando uma grave crise de representatividade no país, o que nos deixa de “cabelo em pé”
        Crise de representatividade nos conduz a trilhar espinhosos caminhos, um dos quais não desejamos nunca mais – a falta de liberdade – ou o fortalecimento da Democracia, sendo então este último nosso desejo único e permanente.

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