Que a solidariedade aflorada no natal desenvolva em cada um de nós a fraternidade como prática de vivência para que amanhã possamos verdadeiramente acreditar nas ações humanas, sem preconceitos, sem diferenças, onde quem sabe possamos vivenciar o tripé da revolução francesa: Fraternidade, igualdade e liberdade numa nova forma relacional e, sem pieguice: “amar as pessoas como se não houvesse amanhã”. Fazendo assim, talvez tenhamos entre nós a magia de conjugar o verbo amar e poder sentir no outro o altruísmo cristão que tanto se propaga no natal.
Este é um espaço democrático para aqueles que buscam se inteirar sobre Cultura,Filosofia, Política e Sociedade
sábado, 24 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Cop-17 (Durban na África do Sul)
Acredito que existem muitas pessoas bem intencionadas e falando em manutenção do planeta terra, entretanto ainda sinto falta de ações concretas a respeito das questões climáticas em níveis globais, se não vejamos, os acordos anteriores como o Protocolo de Kyoto. Países ditos evoluídos economicamente não reduziram ainda seus níveis de poluentes do efeito estufa estabelecidos no protocolo e, ainda hipocritamente cobram dos países em desenvolvimento ações que eles nunca cumprirão. As ações voluntárias de mais de 80 países para reverter as elevadas e catastróficas temperaturas globais ainda são insuficientes.
Desde da ultima quinta feira (08/12) até hoje(10/12) a cúpula da conferência da ONU presidida pela ministra sul-africana Maite Nkoana-Mashabane discute em Durban na África do Sul (Cop 17), as questões climáticas sem nenhum consenso aparente, existindo uma remota possibilidade de um novo encontro, nova conferência antes da Rio + 20 em maio do próximo ano para dar continuidade às lutas contra o aquecimento global.
Os dois maiores países emissores de gases do efeito estufa: Estados Unidos e China, deveriam sim apoiar as ações positivas e proativas dos demais, reduzindo seus níveis de poluentes, sem interromper seu desenvolvimento, uma vez que a humanidade mundial exige trabalho, distribuição de renda e crescimento social com responsabilidade ecológica...
Diante de todas as discussões e o cansaço visível, na madrugada do domingo 11/12, conseguiram ampliar os prazos do protocolo de Kyoto para 2015. Mesmo sem as assinaturas do Japão e Rússia e, conscientes de um aumento de dois graus célsius na temperatura mundial assinaram o acordo de redução dos gazes do efeito estufa a partir de 2020.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Viva a Resistência na Consciência Negra
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
O Capitalismo com seus Disfarces Culturais
Algumas pessoas se questionam pessimisticamente sobre os valores que por muitos foram esquecidos. A cultura que é dinâmica, passou a incorporar apenas o caráter mercantilista. São aspectos vigente da sociedade capitalista que sempre valoriza o ter, esquecendo os valores culturais, humanísticos que representam cotidianamente o ser.
Na sociedade mercantil tudo representa a face do vil metal. As músicas, as danças que antes davam prazer ouvir e dançar, hoje são “pauladas na muleira” cultural e, tornou-se depreciativas para as pessoas de bom gosto. O funk comanda o que se pode chamar de lixo cultural? Lixo? Com relação às questões ambientais, ecológicas e a preocupação de uma vida possível no planeta terra, então passamos a valorizar o lixo, com o sentido do reaproveitamento, da reutilização, isto é positivo. Entretanto, lixo cultural promovido pela sexualidade funkeira torna a sociedade conservadora desprovida da moral particular, influenciando diretamente no comportamento coletivo. No funk a sexualidade feminina deve ser mostrada, pois faz parte da “prostitutabilidade” capitalista, onde o que se mercantiliza se mostra e, dai a excessiva exibilidade do corpo feminino, que ao meu ver perde seu caráter sensual e erotiza momentaneamente o comportamento coletivo através do falso moralismo das grandes mídias em busca de audiência.
Uma sociedade desprovida de cultura, onde os governantes não investem nas necessidades básicas e urgentes dos menos favorecidos torna-se viável para a anticultura, ou a implantação da força capitalista e seus disfarces culturais.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Quando Caem as Máscaras!
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Minha Fala na Colação UAB_IFCE
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| A Emoção no Falar |
Na Grécia Antiga, no período pré-socrático, tinha-se o conhecimento através do espanto. Tal espanto pareceu-me ter acompanhado vocês. Computador, Internet, intranet em fim a robótica fazendo parte de suas vidas, sem falar dos conteúdos instantâneos e momentâneos que surgiam a cada instante e, dentre estes me recordo o espanto de alguns alunos ainda na FECET (quando ainda éramos muitos) ao se deparar com o termo Andragogia e ainda ter de relacioná-lo à pedagogia do Grande Mestre Paulo Freire na disciplina de Educação à Distância. Construir o aprendizado a partir da realidade conhecida e contextualizada tornou-se um imenso desafio para cada estudante desta turma que cotidianamente crescia e cresce no desejo do aprender. E para isto foram motivados pela parafernália do aprendizado coletivo, onde cada estudante tem que fazer sua parte no sentido do todo, pois não há construção social na individualidade. Para tal realidade foi preciso construir seu próprio barco com o objetivo de finalizar a jornada e poder encontrar todos os amigos nesta confraternização e hoje celebrar esta vitoriosa caminhada. O inesquecível mestre Paulo Freire nos ensina que a alegria não chega apenas no encontro do achado, todavia faz parte do processo da busca. Portanto tudo se dá dentro da procura, dentro da beleza e alegria do fazer. Freire nos diz, revolucionariamente, que ninguém educa ninguém, ninguém se educa sozinho, mas homens e mulheres se educam entre si, em comunhão. E este educar é mediado pelo mundo, que nos impulsiona energeticamente para o sucesso e para uma visão global das relações sociais. Todavia pode alienar no maior isolamento individualista que em nada contribui para a nova sociedade, onde a fraternidade, a esperança, a liberdade e o amor sejam as premissas das emergentes relações sociais. Precisamos ter a consciência coletiva e a solidariedade aflorada nas ações cotidianas, pois isoladamente somos apenas mais um. É preciso deixar crescer em cada ação, a humildade pois um dos maiores intelectuais do mundo antigo já dizia - “eu só sei que nada sei”. Com esta afirmativa, o filósofo Sócrates iniciava inteligentemente seus diálogos para obter respostas claras e objetivas, demonstrando assim que somente Deus é capaz de saber tudo. E como não somos deuses, tanto aprendemos,como ignoramos na lide diária com nossas relações interpessoais e sociais. E que este aprender nos faça crescer não apenas como profissionais, mas necessariamente nos aspectos humanitários, assim podemos constatar o que é crescer e, que crescer é viver...
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
A Incoerência dos Poderes
Custa-me acreditar que um “dito servidor público” que acidentalmente “serviu?” ao Estado por 84 dias venha requerer aposentadoria de governador. Isso pode até ser legal e, se é legal eu não discuto, mas me parece imoral diante da realidade de abismo e injustiça social hoje vivenciada. Onde professores são violentamente agredidos pela polícia que deveria está nas ruas fazendo a segurança da população (que por sinal é quem paga o salário dos policiais) desprovida e amedrontada diante da violência brutal imposta pela força capitalista A população conclama ao senhor governador no sentido de não pagar tal aposentadoria e, não venha me dizer que ordem judicial é lei e lei não se discute, cumpre! Se não pode descumprir por que então o senhor não paga o piso salarial dos professores? Piso é lei e o senhor entrou na justiça se negando a pagar o mínimo necessário a sobrevivência de pessoas dignas que com muito esforço chegaram a este estágio para contribuir positivamente e proativos no desenvolvimento do Estado. Seja parceiro do povo cearense e oficialize uma relação respeitosa com os professores e em contra partida, diga não ao senhor Chico... que por sinal já tem uma aposentadoria e nada fez para o desenvolvimento histórico do nosso Estado.
A sociedade aflita exige respeito e, quando se paga salários exorbitantes a “parlamentares” que se quer legisla a favor da coletividade, já se faz uma provocação tremenda às consciências éticas que sempre batalham cotidianamente, imagine quando se paga algo a alguém que não merece.
Senhor governador faça uso de sua rica retórica para convencer tal “pseudo governador” sem votos e por 84 dias apenas, a renunciar tal benefício, como sua assessoria faz no sentido de convencer os professores em relação a direitos conquistados também pela justiça...
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Resenhando a UTOPIA de Thomas Morus
Thomas Morus era sem dúvida um homem refletido e deliberado e, torna-se chanceler da Inglaterra, trabalhando diretamente com o rei Henrique VIII, mesmo com toda a divergência com a prática do rei que era visto por Morus como o invencível. Este todo poderoso não tendo seu desejo realizado que era ter um filho homem, que se tornasse seu herdeiro e seguidor, rompe com a Igreja Católica por não permitir seu divórcio e, funda a religião anglicana. O seu puritanismo ofende diretamente Thomas Morus que é católico e rompe relações com Henrique VIII. Logo depois faz crítica a uma das mulheres de Henrique sendo condenado a prisão perpétua e a morte.
Representante direto da filosofia Renascentista, o político Thomas Morus escreve seu principal livro de nome Utopia, onde propõe uma visão diferente de relação social. Sua Utopia era uma alternativa de vida social ideal, de Estado perfeito, onde as pessoas seriam livres e não aconteceria a exploração do homem pelo homem.
“ Thomas Morus descreve em a Utopia o que aprendeu em uma de suas viagens profissionais. A partir de um relato fictício feito a Morus pelo culto viajante Rafhael Hitlodeu que teria participado da expedição de Américo Vespúcio”
A Utopia, apresentada por Thomas Morus nada mais é que uma ilha imaginária onde as pessoas vivem uma coletividade harmoniosa e trabalham coletivamente em busca do bem comum. Aplicando o princípio da posse também comum, os habitantes da Utopia a cada dez anos trocariam de casa com o intuito de abolir a propriedade privada, na perspectiva da construção da solidariedade.
A concepção utópica de Thomas Morus buscava vivenciar uma alternativa de sociabilidade onde tudo fosse comum a todos, mas com liberdade, algo por demais essencial ao ser humano.
“Thomas Morus divide sua obra Utopia em dois livros: Onde com Rafael Hitlodeu estabelece a comunicação sobre a melhor constituição de uma república.E a segunda parte de sua Utopia foi descrita por Rafael Hitlodeu, que se divide em: as cidades da ilha, com especial menção de Amaurota; dos magistrados; das artes, dos ofícios e ocupações; da vida e das mútuas relações entre os cidadãos; das viagens dos Utopianos e outros assuntos diversos, espirituosa e habilmente discorridos; dos escravos, doentes, casamento e diversos outros assuntos; da guerra; das religiões da Utopia. Sendo assim a Utopia se apresenta numa concepção teórica imaginária de um Estado Ideal, perfeito, socialmente justo com plena liberdade religiosa. Oficializando assim uma sociabilidade teologizada, algo distante da realidade existente na Inglaterra de seu tempo. A concepção utópica de Morus revelou a sociedade renascentista graves questões sociais agonizantes que ainda resiste na sociedade capitalista atual, principalmente nas sociedades “ditas” em desenvolvimento.. Thomas Morus em A Utopia visava libertar o homem para o trabalho. Para a produção coletiva. Visando assim a prosperidade, sem miséria e sem desemprego”.
Na A Utopia de Thomas Morus todos tinham como formação educacional os estudos das artes e da agricultura, essas duas atividades, todos deveriam aprendê-las e exercitá-las. Caso seus moradores desejassem poderiam aprender uma outra atividade básica, escolhendo assim sua profissão, entre: tecelagem da lã e do linho ou aprenderem o ofício de pedreiro, ferreiro ou carpinteiro. Thomas Morus ressalta as profissões capazes de gerar alimentação, vestimenta e moradia. Outra característica marcante é a divisão do trabalho, uma vez que em A Utopia, cada pessoa trabalha apenas seis horas por dia, sendo três antes do meio dia, com intervalo de duas horas e em seguida mais outras três horas. Essa divisão permitia que se dormisse 8 horas por dia e o restante do tempo livre poderia ser utilizado da forma que cada um desejasse. Como todos trabalhavam em atividades básicas, tudo que era necessário existia com abundância e, prosperidade.
“Não há prazer proibido, desde que dele não advenha mal algum”. Assim compartilham todas as coisas materiais e não materiais de tal forma que toda a ilha nada mais seja que uma única família.
Praticar algo que lhe dê prazer, que seja bom e honesto sendo também virtuoso levará a uma grande Felicidade, onde “viver conforme a natureza, e para isso Deus nos criou”.
O respeito recíproco é regra geral na Utopia e as leis são promulgadas por um princípio justo e sancionadas pelo povo em geral. Acreditam que todas as ações e as virtudes estão intimamente ligadas ao prazer, como seu fim e felicidade.
Os prazeres do corpo são sentidos diretamente e, efetivamente percebidos facilitando um maior equilíbrio e, tornando o corpo estável e perfeito com saúde e sem dor.
Na Utopia não existe lugar para doenças incuráveis, uma vez que aquela pessoa que por ventura assim se sinta é incentivada a por cabo em sua vida, mesmo contrários ao suicídio e, tendo como pena aqueles que o pratique, o não sepultamento. A Ilha da Utopia é politeísta, muito embora tenha como princípio a existência de um poder divino, eterno, desconhecido e inexplicável e que esteja acima de todas as compreensões humanas, onde sua extensão corpórea permaneça no vácuo e toda a sua virtude seja onipresente. O homem da utopia acredita na vida após a morte. Defende a infância e a juventude como as fases cruciais para desenvolver uma boa educação que engloba o cuidar da terra e sua educação artística liberal e, que aos sacerdotes ficou a missão de ensinar as virtudes e os bons princípios e costumes para que mais no decorrer da vida seja posto em prática tais ensinamentos e aprendizados.
Na Ilha da Utopia não existe nada de particular, pois todos os bens existentes pertencem ao conjunto da sociedade, eliminando assim a possibilidade de existir pobres e mendigos: “Embora ninguém possua coisa alguma, todos são ricos”.
“Eis o que invencivelmente me persuade que o único meio de distribuir os bens com igualdade e justiça, e de fazer a felicidade do gênero humano, é a abolição da propriedade privada”. A Utopia foi, portanto um golpe nas Sociedades Inglesas e Européias do século XVI, uma vez que criticou o liberalismo econômico, sobretudo à livre concorrência e investiu nas formações de comunidades auto-suficientes, onde os homens, através da livre cooperação coletiva, teriam suas necessidades satisfeitas. Formando organização em escala nacional, de um sistema de cooperativas de trabalhadores que negociaria, entre si, a troca de bens de serviços. Atuação efetiva do Estado que, através da centralização estatal da economia, evitaria os abusos típicos do capitalismo.
Desde o século XVI até os dias atuais a utopia foi vivida, sonhada e alimentada de todas as formas nos diferentes pontos de todo o planeta terra. A história registra os vários movimentos revolucionários, conservadores e modelos de sociedade e de Estado que povos de todo o mundo criaram, buscaram e viveram. Desde a época de Morus até agora a humanidade tem vivido ou assistido a guerras e conflitos diversos a favor ou contra as variadas formas de política e economia que foram surgindo ao longo dos séculos. Esquecendo assim a paz sonhada para uma Sociedade justa fraterna e solidária.
Tudo isso em nome de anseios e desejos de bem estar comum ou individual, conforme a utopia de cada um, de cada nação ou de cada governante em nome de sua nação. Sendo assim, o sujeito utópico existente nos dias atuais se empenha em atingir a plenitude humana por via da ação política
Por fim, o livro termina com Thomas Morus dando conta de que Inglaterra, e Europa jamais em toda sua história irão adotar uma visão idealizada, sonhada na perspectiva de libertação humana.
BIBLIOGRAFIA
MORUS, Thomas – A Utopia. Luis de Andrade e Mauro Brandão Lopes – Ediouro/20318 (Coleção Universidade de Bolso)
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
O Resultado da Prova “ABC” e os Entraves do Aprendizado
Ao analisarmos o resultado da prova “ABC” aplicada pelo “todos pela educação”percebemos que as dificuldades materiais e falta de reconhecimento dos gerentes do capital da sociedade são mazelas existentes nas salas de aulas no cotidiano dos professores, que segundo a presidenta Dilma em seu discurso de posse, são as verdadeiras autoridades da educação.
As condições ou falta delas aprofundaram as questões educacionais a partir do lançamento da LDB em 1996. O Estado universalizou o acesso a escola, o que foi extremamente positivo, mas não possibilitou a formação adequada e duradoura aos professores, que são apenas instrumentos facilitadores nas escola através dos constantes laboratórios, digo experiências particulares dos gerentes de plantão sem uma continuidade necessária de políticas públicas de e Estado. Tais experiências frustam os professores, pois não existem compromissos efetivos de transformações educacionais e sociais. Em algumas realidades escolares existem um tremendo choque na proposta pedagógica, com experiências antagônicas em determinada séire/ano: em uma se aplica o construtivismo e em outra o ensino tradicional. Sem uma definição objetiva da linha pedagógica a seguir. Gerando nas mentes infantis uma confusão sem precedente na sua formação.
O lançamento do ECA, contribuiu negativamente no processo educacional formativo, pois somente foram relevados os direitos das crianças e adolescentes, mas os órgãos governamentais não cobraram nem cobram os deveres dessa categoria que é a esperança de futuro.
A falta de valorização dos professores tem sido um constante problema para os professores que são seres humanos, com necessidades objetivas e reais de um conforto material na vida pessoal.
O Estado não tem feito seu papel social para responder as necessidades materiais da sociedade. Não promove o desenvolvimento social, e fomenta uma informalidade exacerbada
Outro agravante para o não aprendizado dos alunos é retratado através da rede globo na “novela” malhação, que mostra uma escola onde os alunos ficam conversando a partir do momento em que o professor começa a dar aula. Nossos alunos não entendem que aqueles alunos/personagens estão representando e tem um scripte. E como a mídia é muito mais forte e atrativa que nossa presença cotidiana, somos derrotados também pela ausência do Estado nas questões sociais de emprego, moradia pra não falar de tudo. O desemprego brutal promovido pela não qualificação provoca uma desestruturação nas bases familiares. Sem ter onde morar, com uma alimentação precária e sem a estrutura paterna o estudante se sente meio que perdido e a escola não pode e nem deve ser a única culpada pela falência da educação pública no Brasil...
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O Ceará “Moderno” no atual Século XIV
Século XXI, ano das desilusões na ilha das prosperidades, com os raios solares determinando a temperatura das relações e o desejo de vitória social.
Vivemos na era “tecnotrônica” onde os “tablets” representam a tendência de leitura eletrônica, existindo em algumas escolas públicas muito bem equipadas. Com laboratórios, informática, biologia, física e química etc.. e outras tantas representando a mais cruel realidade educacional, onde a necessária merenda escolar e os professores “se viram nos trinta” para manter os estudantes na escola. Todavia esta heterogeneidade da educação retrata a precariedade da educação cearense. No momento os professores se encontram em greve por conta da intolerância governamental que se intitula moderna, mas com ações reacionárias e antidemocráticas...
Se a educação é realmente a base do desenvolvimento, estamos vivendo na “Era das Trevas, séculos XIV, com uma crescente violência onde somos obrigados a ficar em prisões domiciliares e, sem perspectivas transformadoras reais. Nos encontramos sem uma escola de qualidade social e isonômica, nem saúde universalizante e que atendam a todos (as) com qualidade sem a necessidade de pagar escola e ou saúde suplementar (es). Todavia ainda não conseguimos vencer o grave problema da dengue e, isso representa um atraso irrefutável...
