segunda-feira, 27 de junho de 2016

O Indelével Não


Quando o vácuo, a priori, determina o indelével não e a pessoa não deseja entender a teleologia desta simbologia, finge desfaçar e tenta um sorriso escancarado de contentamento com o coração ferido em lágrimas, mostrando a realidade posta que parece inaceitável.

Nada, ou quase nada, reflete a realidade aparente e determinante que ignora socialmente a atitude simples de ingenuidade que presupõe a ilusão da felicidade na completude da simbologia do ter, que se quer, atinge a sensibilidade do ser, que segue destilando simpatia e desilusão realicional numa sofismática realidade de superioridade.

Quanta decepção vinda de Brasília, e o centexto que deveria ser libertário às inovações humanas, permanecem translúcidos na imediaticidade estabelecida dos conflitos pessoais e sociais e em grupos aparentemente homogêneos com desejos espontâneos de liberdade que transfere o ter sociológico para as confabulações de mesa de bar e quase sempre interrompidas na realidade das aspirações cotidianas.

Segue o desejo de ter a conquista individual no contexto social que se mostra num borbulhar aparente da hipocrisia sem importâncias sentimentais para o desejar.

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