terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A Liberdade da Maçã.com


“Se eu te amo e tu me amas como poderei te condenar”?
O amor é algo por demais fascinante. Quando se ama verdadeiramente alguém se quer sempre o bem do outro. Faz de tal ser algo imortal, infinito promovendo assim sua liberdade que por si foi construída. Na maioria das vezes nos apropriamos de alguém só por este alguém estar conosco. Limitamos então o ser humano a um objeto de estimação e, não o valoramos como precisamos. Parafraseando Caetano – “Não me importa com quem você se deita, que você se deleite seja com quem for... apenas espero que respeite o meu louco querer”

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