segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Cid, o Estrategista


O atual governador do Ceará, Cid Ferreira Gomes (Temporariamente no PROS), percebendo a fadiga que ora passava seu governo, pela falta de Segurança Pública, partiu na frente e criou alternativas de sobreviência política apoiando a reeleição da Presidenta Dilma Rousseff, e apostando na candidatura de Camilo Santana, governador eleito, como forma de real dedicação e fidelidade ao Planalto.

Agora, Cid se mostra um grande líder, que apesar de muitas falhas em sua administração, é um fazedor de obras e a população disso muito gosta. Cid Gomes não faz um bom governo no que concerne a educação, como um todo no Estado, todavia teve uma competente e dedicada professora comandando a Educação do Estado, hoje vice-governadora eleita, Izolda Cela, com alguns programas exitosos, credenciou Cid junto ao Governo Dilma para escolher qualquer Ministério, inclusive o da Educação, considerado “precioso” pelo PT e desde o início do governo Lula que é comandado pelo Partido, mas que Cid Gomes poderá ser o primeiro Ministro fora do PT a gerenciar a Educação no Brasil na Era Petista.

Mesmo não tendo relação direta com sala de aula e Educação, Cid Gomes certamente contará com o apoio incondicional de Izolda Cela que sabe de verdade gerir e fazer acontecer a educação.

Além disso, Cid tenta formar um “bloco alegórico” de sustentação de base aliada da Presidenta Dilma, mais uma vez saindo na frente e ganhando notoriedade nacional.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A CONAE Inferindo Conceitos na Educação Nacional


Na próxima semana, de 19 a 23, acontecerá no CICB – Centro Internacional de Convenções do Brasil – em Brasília, mais uma grande concentração de pessoas: delegados, visitantes e palestrantes focadas nas discussões educacionais, formatando uma nova feição para a Educação Brasileira, mesmo com a sanção do PNE – Plano Nacional de Educação – pela presidenta Dilma Rousseff, a CONAE 2014 imprimirá questões relevantes e progressistas no campo da educação, como também, acompanhará as ações da implatação do PNE, suas execuções e fiscalização nos investimentos garantindo assim os 10% do PIB até 2024.

Depois das etapas intermunicipais e estaduais, chegou a hora de estar no tabuleiro educacional para concluir o processo dialético iniciado em Fevereiro com as Conferências Municipais e em Setembro de 2013 no Centro de Eventos, em Fortaleza, onde aconteceu a Conferência Estadual do Ceará coordenado pela professora Francisca Sirone Alcêncio Freire e agora, na reta final, os delegados eleitos democraticamente nas etapas anteriores seguem para a culminância dos trabalhos com outros tantos delegados dos demais Estados da Federação num processo dialético e dialógico e, conscientes de que o PNE já foi aprovado sem vetos em abril de 2014.

Depois de uma longa batalha de discussões permanentes, em fóruns estaduais e municipais sobre Educação, a Presidenta Dilma Rousseff sancionou o Plano Nacional de Educação – PNE – com alguns avanços educaionais e sociais, todavia, continuam os investimentos maciços na educação particular. Compreendo que o Estado Republicano perde em Políticas Públicas para saciar o desejo do capital mercantil.

Alguns criticos falam que investir 10% do PIB no sistema educacional, como se encontra, é jogar dinheiro fora. Porém não podemos esquecer que tais investimentos devem ser direcionados a formação permanente e salários dos professores, um terço da carga horária destinada à planejamento e nas estruturas físicas das escolas existente preservando sua manutenção. Somente assim poderemos construir verdadeiramente uma Educação Pública de Qualidade Social e Isonômica, pois o debate continua em Brasília na CONAE 2014.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Novo Governo, Novas Feições


Observando a desfaçatez fisiológica de muitos “Caras Pálidas” que compõem o Congresso Nacional, pude constatar que metade dos que alí estão não tem em si, sequer, uma ideologia determinada, podendo ser guiada para qualquer lado que apresentar benesses e notoriedade.

Aproveitando um argumento falacioso de que o país foi divido nas últimas eleições presidenciais, onde a presidenta reeleita se encontra fragilizada por conta dos resultados e sua base de sustentação, que de base, nada tem, e muito menos de sustentação, alguns dos pseudos representantes que não lograram êxito nas urnas, juntamente com o baixo clero, pressionam de forma descarada seguindo o deputado carioca, Eduardo Cunha (PMDB), que tenta a todo custo romper um acordo partidário e tornar-se presidente da Câmara Federal.

Eduardo Cunha não tem gabarito para se tornar presidente do Legislativo Maior e o Partido dos Trabalhadores precisa ter bastante habilidade política para descartar toda e qualquer possibilidade deste senhor presidir a Câmara Federal. Cunha, além de ser PMDBista, não esteve aliado aos anseios da classe trabalhadora e, quase sempre, tenta mostrar suas afiadas unhas contra o poder executivo que, neste momento, precisa ser determinado no sentido de derrotá-lo de suas pretensões e jogá-lo no ostracismo do fisiologismo que ocupa o Congresso Nacional na defesa de interesses privados.

Muitos Deputados Federais tem se mostrado merecedor do título de “picareta”, mencionado pelo o presidente Lula, e ao meu ver ainda não diminuiu o número dos trezentos que ali habitam. É preciso ter cuidado para não ficar refém de politiqueiros inescrupulosos sem compreensão social e ceder às pressões do corporativismo fisiologístico. Consciente de que o reacionarismo ali se faz presente e os interesses privados parecem ter muito mais espaços que as políticas públicas Republicanas.

O Governo Federal precisa, urgentemente, tomar as rédeas das articulações e anseios sociais e, definitivamente se aproximar daqueles Deputados declarados favoráveis às políticas públicas que minoram as agruras dos menos favorecidos e formatar alianças populares, incluindo o povo, ao denunciar os interesses privados e anti-populares. É preciso romper com a política do “toma lá da cá” para mudar as feições governamentais e responder proativamente aos anseios mudancistas expresso nas ruas e nas urnas no último dia 26 de outubro.

domingo, 9 de novembro de 2014

ENEM Universalizando Sonhos e Possibilidades


Pela a Universalização das Oportunidades e o Fortalecimento dos sonhos de entrar numa Universidade Pública, concretiza-se hoje, o segundo dia do ENEM e certamente muitos alunos egressos da Escola Pública estão tendo a oportunidade real de participar no tabuleiro das igualdades, almejando assim, sua ascensão social nesta hierarquizada sociedade das aparências.

Certamente, aqueles alunos que por ventura se mantiverem tranquilos terão melhor compreensão dos textos e consequentemente imprimirão vaga na Universidade Pública, mesmo contrariando posições de algumas pessoas, que acreditam firmemente numa queda significativa do Ensino nos Campus Universitários do Brasil.

Esta inclusão de possibilidades e cores faz do meu país um Brasil mais Democrático onde pessoas, à margem da sociedade do capital, aproveitam espaços sociais para garantir ascensão na vida profissional, afinal de contas, como dizia minha sábia Vó: “todos somos filh@s de Deus” e devemos ocupar na sociedade hierárquica um lugar destinado ao sucesso individual, todavia com perspectivas coletivas de um mundo mais fraterno e justo.

Parabéns ao Ministério da Educação – MEC por remar contra a maré dos interesses privados da educação e manter viva nos corações e mentes dos filhos dos trabalhadores a possibilidade de cursar uma faculdade e garantir seu lugar no espaço social que deveria ser de todos os seres humanos sem distinções de credo, classe, cor e raça.

Já sabemos, através do próprio MEC, que o tema da Redação do ENEM 2014 é "publicidade infantil em questão no Brasil". Um relavante tema para fortes discussões, pois hoje, o poder da publicidade midiática é determinante na formação dos hábitos diários dos pequenos consumidores sem a real noção de que estão presos às normas pré estabelecidas pelo capital.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Pelos Direitos de Ir às Ruas, Mais Democracia!


Hoje cheguei à triste conclusão que a Educação não está fazendo o dever de casa e não estou falando de resultados rankingianos apresentados nas mídias. Todavia, me reporto ao comportamento de pessoas que ignoram a História como conhecimento humano e vão às ruas feito “porra louca” pedir “Intervenção Militar”. Será que tais entes não aprenderam, de fato, a recente História Política do Brasil e seu terrível e intolerante ato institucional nº 5?

O que leva o ser humano, em pleno uso do bom senso, exigir o retorno de um traumático momento político que retrocedeu nosso país por vinte e poucos anos na História sem direitos de organização partidária sem a devida permissão militar? Será que tais pessoas e aqui afirmo, categoricamente, seu total direito de reivindicar ideologicamente suas posições políticas no campo democrático, mas aí solicitar uma coisa, que desconfio pela minha vivência que “eles(as)”, nem saibam o que de fato representa e, visceralmente, berram por intervenção militar no país.

Mostar-se rebelde é negar posturas do Status quo vigente e querer transformá-lo através da lide implantada cotidianamente na sociedade, minorando as graves situações existentes no gerir da República. Pedir intervenção militar, é no mínimo, pedir que sejam cerceados seus direitos políticos, suas reivindicações e organizações políticas, direitos de ir às ruas protestar etc & tal. Você(s) tem consciência da gravidade que ora solicitam ou agem apenas por vísceras gritantes ouvidas num pequeno grupo de pessoas interessadas no fortalecimento de direitos privados de certas categorias, buscam ser diferentes sem medir as consequências?

Que as aulas de História do Brasil pós 1964, para ser mais preciso, a partir de primeiro de abril de 1964. O golpe militar aconteceu verdadeiramente no primeiro de abril, mas como ficava difícil de explicar, os militares oficializaram 31 de março como sendo a data oficial do golpe, onde somente a voz militar poderia ser ouvida e as roucas vozes dissonante das ruas perseguidas, torturadas e por fim algumas desaparecidas sem rastros, que até hoje os familiares não tiveram se quer o direito de sepultá-las, talvez por isso que muitos dos conservadores deputados não respeitam a Comissão da Verdade instalada no Congrgesso Nacional para apurar os crimes cometidos por tal regime.

domingo, 2 de novembro de 2014

Serenidade e Bom Senso é o Mote do Momento


Difícil acreditar que em pleno século da robótica existem ainda pessoas que desconfiam da força do homem no conduzir cotidianamente as máquinas em função do progresso. Os avanços que ora ocorrem na medicina representam resultados positivos e confiáveis nos atos cirúrgicos. Que os “games” do momento demonstram um grande salto da tecnologia etc e tal.

Custa-me acreditar que alguém com o mínimo de discernimento possa, só pelo fato da contrariedade, acreditar que as urnas eletrônicas foram adulteradas e os resultados manipulados. Quais foram os indícios que demonstram piamente tal acusação? Contrariar interesses não vale? Os resultados das urnas foram as reais posições expressas nas ruas das cidades e do páis. Não se pode ficar feito crianças mimadas por contrariedades acontecidas e não favoráveis aos desejos insaciáveis de mudanças que, na maioria das vezes, podem até acontecer na permanência.

Afinal de contas o que mesmo podemos neste sentido chamar de mudanças? Construir coletivamente a democracia é o mote. O país não pode repensar o retrocesso como mudanças, pois foram vinte e poucos anos de luta para redemocratizar o Brasil e agora é proativo ir às ruas cobrar dos gerentes de plantão ações republicanas no gerir da coisa pública. Se queremos mais espaços no campo democrático devemos exigir que o Congresso Nacional reveja posição em relação a efetivação das conquistas sociais expressas na Constituição Democrática de 1988.

O Congresso que demonstrou, no último dia 28 de outubro, um certo revanchismo e oportunismo fisiológico em relação ao resultado das urnas, quando derrota os Conselhos Populares e se utiliza, falaciosamente, do argumento de que o povo não pode interferir nas deliberações de tal Instituição. Onde estão as mudanças que o “monstro adormecido”, quando parecia ter acordado, cobrou nas ruas em 2013?

O processo histórico é real e as conquistas são lentas e moderadas. Poucas coisas acontecem na celeridade dos desejos pessoais e na efervescente e juvenil adolescência. Discernimento é o caminho do bom senso, da maturidade. Buscar agir pela emoção só caracteriza em nós a fragilidade humana da extemporaneidade.

Ninguém acorda bravamente na busca coletiva do passado. Os avanços do desenvolvimento do pensamento humano nos colocam na crista da onda das reflexões e, como seres dialéticos, buscamos na lide compreender os espaços no tabuleiro da democracia e criarmos afetivas condições dialógicas no campo social e humano. Mesmo que os embates políticos aconteçam com certa frequência, é imperativo que busquemos condições democráticas com total firmeza ideológica na conquista da coletividade brasileira.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Dilma Lá Camilo Cá


Passada as emoções e euforia da comemoração vitoriosa, agora é torcer para que os gerentes que ontem obtiveram o apoio do povo sejam verdadeiros no cumprimento de suas propostas e que com firmeza peguem as rédeas do poder, implantando verdadeiras e necessárias políticas públicas que atendam às minorias mais necessitadas sem esquecer os demais. Parafraseadndo a Presidenta Dilma Rousseff (PT) no seu discurso de posse: devemos buscar a união através do diálogo permanente, construindo no contraditório alternativas plausivas para a República.

Aproveito aqui para parabenizar o governador eleito do Ceará, Camilo Santana (PT), que muito embora tenha contado com apoio geral do governador Cid Ferreira Gomes (PROS) também teve seus méritos e carisma durante o processo eleitoral. Conheço algumas pessoas que jamais apoiariam os Ferreira Gomes, todavia, conhecendo melhor o Camilo desistiram de anular voto e confirmaram 13.

Não será fácil administrar as contradições existentes no Estado, mas com dedicação e empenho certamente acontecerão alguns progressos no campo social. Para tanto faz-se necessário grande investimentos em valorização e capacitação permanente dos Professores, respeitando a lei do Piso Nacional.

Muitos outros desafios estão postos no tabuleiro administrativo, como a Saúde Pública que ora agoniza nas macas e corredores dos hospitais públicos. Como também, a emergente conciliação com a segurança pública para que nós cearenses possamos sair de casa com a certeza que votaremos em paz e, ao chegar, poder sentar na calçada conversando com o vizinho enquanto descansa.

Parabenizo aqui também a Presidenta Dilma Rousseff (PT) pela firmeza de postura durante a campanha, sua vitória e discurso de posse bem conciliador, pregando o diálogo, a paz e união do povo em prol do progresso da nação. Regaçar as mangas e começar já as reformas necessárias dando respostas imediatas a todas e a todos Brasileiros que almejam mudanças radicais no gerir da República. Que o seu olhar de sensibilidade política se volte para as questões humanas com muito mais veemência para uma Educação Pública de Qualidade Social e Isonômica, sem esquecer da Saúde e Segurança Pública que estão na “UTI” das esperanças populares. Adelante Presidenta!
 Crédito Foto: Google

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A Onda Azul de Tasso Parece não Apresentar Resultados


O Senador eleito no última dia 5 de outubro, Tasso Ribeiro Jereissati (PSDB), parace não ter grande influência junto ao povo cearense em relação aos seus apoiamentos eleitorais. Ainda no primeiro turno apareceu por várias vezes nos programas do TRE dedicando apoio à campanha da candidata a Deputada Federal Dra Mayra (PSDB) e isso não representou votos para a Doutora e nem agora, no segundo turno, quando ensaiou uma onda azul na praça portugal.

Segundo as sondagens de opinião pública os candidatos apoiados por Tasso tem sofrido uma tendência de queda nos resultados pesquisados, isso caracteriza que a votação de Tasso ao Senado só aconteceu por um certo favorecimento da candidatura “opositora” de Mauro Benevides Filho (PROS).

Como se explica alguém ser eleito senador e com apenas 21 dias após eleição, pouco ou quase nada, influenciar no resultado do pleito junto ao eleitorado? Caso as estimativas das sondagens sejam concretizadas no próximo domingo, dia 26, o Senador Tasso Jereissati será apenas mais um na casa revisora.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Sem Ilusões e Oportunismo, Voto Dilma!


Alguns amigos parecem desconhecer o jogo de interesse das elites que, por muitas e muitas vezes, já nos traiu no campo das esperanças e do gerenciamento do capital e agora compartilham os posts do direitista e reacionário Francischini como arauto da moralidade para se vingar do PT?

Mais e mais admiro as pessoas que lutam cotidianamente contra as arbitrariedades do capital e pela defesa das minorias, sem nenhuma ilusão e interesse, apoiam a presidenta Dilma Rousseff contra um possível retrocesso, sem rancor e de cara limpa firmando oposição permanente no campo ideológico, construindo o contraditório, mesmo declarando voto.

Compreendo que o PT tenha cometido muitos erros ao gerenciar o capital, também pudera, com as alianças que ora mantém não poderia acontecer outra coisa, porém as demais agremiações alegóricas não estão imunes às irregularidade no gerir a República, e o que está em jogo neste momento é um projeto reacionário que ameaça ocupar os espaços que, na legalidade, deveria ser do povo.

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A Síndrome Marina Contagiou Férrer


É de cortar coração, assim dizia um “cidadão comum”, que ousou acreditar em Heitor Férrer (PDT) como um político honesto e ideológico e que impunha oposição aos gerentes de plantão. E continua: depois de Marina Silva, parece que “os bons” estão perdendo a vergonha, onde já se viu alguém em sua terra natal declarar voto num determinado candidato e ao chegar na capital, sentiu a pressão de alguns médicos oposicionistas e muda de estratégia?

Assim foi o que aconteceu com o senhor Heitor que sem nenhuma declaração de apoiamento aos cargos majoritários no primeiro turno, mesmo sabendo que sua agremiação alegórica apoiava a reeleição da presidenta Dilma Rousseff (PT), agora faz uma terrível confusão na mente daqueles que lhe delegaram o poder opositor no Estado.

Parece-me que a Síndrome Marina contagiou o deputado. Será que a decepção do hoje não faz parte de uma análise mais apurada na história do deputado? Heitor não costuma declarar voto para os cargos majoritários, isso já acontece há muito e parece que a massa não presta atenção a tal prática.

Não faz muito tempo, o senhor deputado apesar de fazer oposição ao governo do Estado, preferiu se abster no processo de nomeação do ex-vice governador Domingos Filho ao Tribunal de Contas dos Municípios - TCM.  Ora, se é oposição, tem sim, que se fazer de fato!

Certamente, o senhor deputado Heitor Férrer sairá candidato ao palácio do bispo nas próximas eleições e muitos votarão nele como alguém coerente e defensor das boas causas.

Não se pode pedir votos para algum candidato numa determinada particularidade e ignorar a totalidade vigente e efervescente, senhor deputado.