sábado, 1 de setembro de 2012

Educação de Qualidade Social ou Falácias?


Estamos vivenciando uma complexidade momentânea em relação aos direitos sociais das minorias, onde o débito cultural com esta parcela da sociedade chegou a uma situação gritante, portanto faz-se necessário agora minorar o abismo de oportunidades existentes e, patrocinar um amplo e irrestrito campo para o desenvolvimento. Veja só o caso das cotas. Particularmente somos favoráveis com as cotas sociais, mas também exijimos investimentos na Educação Básica, sem os quais não se pode falar em Educação de Qualidade Social. Preocupa-nos a qualidade das Universidades Públicas, entretanto os gerentes não demonstram perocupação com a formação, uma vez que se negam a ampliar os valores destinados, não aceitando os 10% do PIB no PNE até 2020.
Não existe educação de qualidade social sem investimentos reais com qualificação e disponibilização dos profissionais para planejamento e formação. Como também torna-se infantil acreditar que implementando as cotas estamos solucionando os problemas, sem uma dedicação com a base. Agindo assim, estaremos desestruturando o processo educacional brasileiro de forma absoluta e, não queremos o caos. Ou se investe na Educação Básica agora, ou estaremos criando mais um astronômico abismos nas estruturas sociais vigentes. É hora de assumir responsabilidades sociais e concretas com políticas públicas para que tenhamos um amanhã promissor e pessoas capazes de fazer o desenvolvimento tecnológico necessário para atingirmos o ápice do desenvolvimento na sociedade e justificar a posição na economia mundial que ora o Brasil assume.

sábado, 25 de agosto de 2012

Mudança de Conceitos


Alguns conceitos precisam ser revistos na nossa cultura, se não vejamos, ficamos insatisfeitos com o 25º lugar nas olimpíadas de Londres, vibramos com a possível realização da copa do mundo em 2014 no Brasil, não damos muita importância às questões políticas do cotidiano, não nos preocupamos com o 54º lugar do Pisa na Educação entre 65 países, e ainda estamos na 4ª posição nas desigualdades sociais segundo a ONU, mesmo assim, vivemos felizes e, existem pessoas passando por um processo de obscurantismo tremendo, devido a tais desigualdades inerentes na sociedade do ter.
Fundamental será reduzir os altos níveis das desigualdades sociais e promover uma revolução cultural no seio deste povo que sabe amar, é irreverente e que valoriza as benesses do Bem Estar Social.
A sociedade do vil metal "sabe" equacionar parcialmente as necessidades básicas imediatas e, deixa de investir em Educação de Qualidade Social, Saúde Pública Universal e na estrutura como concretude das relações humanas.

sábado, 18 de agosto de 2012

Kant e os Conceitos Puros do Entendimento ou Categorias



Além das intuições puras, Kant reconhece a existência de conceitos puros ou categorias, que ele vai estudar na segunda parte da Crítica da Razão Pura, na seção denominada de Analítica transcendental, definida por ele como “a análise do uso puro do entendimento em geral”. Essa análise há que seguir o caminho dos conceitos, de vez que, além da intuição, não há outro modo do conhecimento humano se realizar, senão por conceitos.
Um conceito jamais é referido imediatamente a um objeto, mas a alguma outra representação qualquer deste. Chamamos de “juízo” ao ato do sujeito mediante o qual ligamos sempre um objeto a uma construção mental preexistente. “Podemos reduzir todas as ações do entendimento a juízos, de modo que o entendimento em geral pode ser representado como uma faculdade de julgar” (Nº 94). Pensar, portanto, é formular juízos.
Kant classificou três tipos de juízos: os analíticos, os sintéticos a priori e os sintéticos a posteriori. Juízos analíticos são aqueles em que o predicado está contido no sujeito. Por exemplo, no juízo “o espírito é imortal”, o conceito de imortalidade está implícito no da espiritualidade, de modo que não será possível pensar um sem o outro. Estes juízos não têm aplicação para a ciência, porque não aumentam o conhecimento. Os juízos sintéticos a posteriori são aqueles que provem da experiência, mas continuam sempre vinculados a ela. São particulares e contingentes. Por exemplo: “ Domingo choveu”, ou “Reiko é uma mulher japonesa”. São juízos que enriquecem o conhecimento, pois o predicado não está implícito no sujeito. Mas a sua particularidade impede o aproveitamento científico deles, pois não há ciência de fenômenos singulares. Juízos sintéticos a priori são aqueles que provêm da experiência, mas podem ir além dela, tornando-se universais. Por exemplo, no juízo matemático: “duas bananas mais uma banana é igual a três bananas”, temos um conhecimento fornecido pela experiência, mas que abstraído do caso concreto, duas coisas quaisquer mais uma formam três coisas quaisquer, e isso se aplica universalmente.
Kant afirma que os juízos sintéticos a priori são os mais apropriados para a ciência, pois além de terem ligação coma experiência, alcançam o plano da universalidade. A matemática, na qualidade de conhecimento modelar de abstração, e o campo científico onde os juízos sintéticos a priori brotam com espontaneidade. Sua tarefa seguinte será demonstrar como são possíveis os juízos sintéticos a priori na física e se são possíveis na metafísica. Na explicação deste último ponto, Kant apelou para os conceitos puros do entendimento ou categorias.
O uso do tempo “categorias” é explicitamente assumido por ele (nº 105) como um aproveitamento da filosofia de Aristóteles, na medida em que seu objetivo, em princípio, se identifica com o do Estarigita. Contudo, se em Aristóteles as categorias são modos ou flexões do ser, captados pela mente, em Kant dá-se o inverso: é a mente que traz as categorias e ajusta os seres a elas, através de um movimento mental denominado “síntese”, de onde provêm os conceitos.
Com as próprias palavras de Kant (nº 103), definimos a síntese como “a ação de acrescentar diversas representações umas às outras e de conceber a sua multiplicidade num conhecimento”. E mais: a síntese é “uma função cega, embora indispensável da alma, mas da qual raramente somos conscientes”. Cabe ao entendimento a função de relacionar essa síntese com com conceitos determinados, produzindo-se aí o conhecimento em sentido próprio. A síntese é pura, isto é aquela fundamentada num juízo sintético a priori, levará a um conceito puro do entendimento ou categoria. Os conceitos puros congregam o múltiplo da intuição numa unidade sintética.
 
Immanuel Kant - Crítica da Razão Pura, (Os Pensadores), Editora: Nova Cultural - 1991

domingo, 12 de agosto de 2012

Feliz Dia dos Pais


Meu pai me ensinou os primeiros passos e também as longas caminhadas da vida. Caminhada esta pautada na ética e na solidariedade, portanto hoje quero dizer-lhe muito Obrigado pela força, carinho e perseverança que teve e dedicou aos filhos. 
Fé na Vida, Esperança na Humanidade e Feliz tudo em mais um Dia dos Pais.

terça-feira, 31 de julho de 2012

Estratégia ou Contradição?


Assistindo com grande pesar a derrocada das ideologias no tabuleiro político eleitoral brasileiro. Acreditei nos sonhos de uma ideologia com caráter social voltada para a grande maioria do povo, que sofre as desilusões do vil metal, entretanto, vejo abertamente as faces poderosas perderem seus disfarces ilusórios na perspectiva de iludir-se pelo poder a todo custo. Quando militei partidariamente, mesmo como simpatizante, divergia muito da cúpula burocrática do partido e, percebendo a força dominante, preferi afastar-me das lutas cotidianas implantadas pelos comandantes, que quase sempre não apareciam nas ondas populares.
Não posso aceitar “calado” tal desfaçatez e, caminhar lado a lado com minhas discordâncias, portanto, abro o verbo para que sons ecoem nos meus ouvidos como forma de protesto. Difícil aceitar uma grande instituição política nacional como a UNE apoiando eleitoralmente as elites paulistas, que sempre lutaram contra as reivindicações da classe trabalhadora. Mas do outro lado as esperanças parecem-me afastadas das ideologias libertárias, pois assistimos cotidianamente as lutas para gerenciar o capital.
Nenhuma novidade na aliança eleitoral em busca de tempo na mídia, entre Lula e Maluf, pois o poder central já havia associado o “senhor corrupção &; Cia Ltda” a governabilidade da Presidência da República, isso é fato.
Também não me assustei com a declaração do ex presidente Luis Inácio Lula da Silva dizendo que nunca foi de esquerda. Entretanto, não posso negar sua importância política para construirmos a Democracia Brasileira, como também a forma preferencial feita por ele ao gerenciar o capital, mesmo contando com o apoio das elites, não distanciou-se do povo menos favorecido, desprovidos das benesses do capital e, isso o credencia como líder nato no tabuleiro político brasileiro.
Todavia, será a “Realpolitik” uma força ideológica de dominação das elites capitalistas com o intuito de afastar o povo das lutas políticas? Será uma imposição no processo de acomodação na trajetória de quem busca uma nova forma relacional no contexto social? Como lutar coletivamente em busca de transformar o sistema hierárquico das desigualdades, se as mentes “iluminadas” desviaram a trajetória da revolução? Será que as amarras do vil metal promovem um aniquilamento das utopias?
Prefiro acreditar na lide cotidiana, mesmo que isso represente uma gotinha de esperança na construção de uma Sociedade de Novo Tipo.
“Se muito vale o já feito, mais vale o que será”. Assim falou o poeta.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

O Debate Político nas Redes Sociais


Vivemos a iniciante efervescência da propaganda partidária nas redes sociais, entretanto já existem pessoas contrárias a tal movimento, esquecendo a riqueza dos debates que podemos iniciar e mudar a concepção de política. A Política como a arte de tratar as coisas públicas com foco na coletividade. Devemos desfazer a errónea concepção de 'política' que grande maioria da população tem e com muita razão sobre os atuais gerentes e legisladores, que na maioria das vezes honram seus mandatos, e cobrar dos candidatos uma postura republicana no trato de sua(s) futura(s) legislatura(s).
Faz-se necessário transformar a máxima popular de que política, futebol e religião não se discute. A hora é agora! Devemos procurar conhecer a política que gira em torno do nosso ser social e, conhecendo a sua etimologia, imprimir um debate 'acalorado' como forma de contribuir para melhorar a qualidade dos ditos representantes do povo. Se nós é quem votamos, devemos querer o melhor para gerir e ou legislar a maioria da coletividade na cidade. Alguns nomes estão postos no tabuleiro eleitoral e muitos deles tem um passado de luta em determinado campo social, portanto, ignorar a lide dos candidatos (pessoas) que dedicam parte de suas vidas em funções sociais, é negar em si a capacidade de escolha.
Na sociedade capitalista vai sempre existir os dominantes, a classe burguesa e, os 'dominados' hierarquicamente na sociedade, os que delegam poderes a muitos pela empatia, pela amizade e esquecem que fazemos parte de um todo para premiar o particular.
É fundamental alterar a lógica da dominação, pois se delegamos poderes, temos força social e, como sujeito exigir as necessidades imediatas da grande maioria que sofre pelo descaso de maus gerentes, dos déspotas em grande maioria, não tao esclarecidos.
Como diz a campanha da CNBB: “voto não tem preço, voto tem consequência”. Conscientes do nosso papel social devemos agir como se fossemos os intelectuais orgânicos de Gramsci, buscando despertar no senso comum o bom senso adormecido. Sem arrogância e sem o intuito de 'donos' da verdade, todavia, com ponderações plausíveis não com caráter de dominação de convencimento, mas sempre numa realidade dialógica que imprima no outro o sujeito de sua história.

terça-feira, 3 de julho de 2012

A Hora de Mostrar Ações é Agora!


Lamentável a postura do senhor Ministro da Educação, professor universitário Aloizio Mercadante em relação a greve dos servidores e professores das universidades federais. Parece-me intencional “empurrar com a barriga”, vivenciar as férias de julho, no sentido de desgastar a luta dos professores. Providências urgentes são necessárias no sentido de minimizar a agonizante situação que passam as Universidades Federais e o conjunto de trabalhadores e professores, caso contrário as Universidades não poderão mais exercer o papel social para a coletividade acadêmica.
Continuo no campo das lamentações, agora em relação a postura antidemocrática do governador Jaques Wagner que esqueceu sua militância sindical e demite professores grevistas. Gostaria de lembrá-lo que nem na ditadura militar, grevista foram demitidos. O Paraguai não é aqui!
Acredito que o senhor governador da Bahia está muito mal assessorado, pois ignora a constituição e age com mãos de ferro, pedindo que professores voltem ao trabalho, para então começarem as negociações. Cara pálida quem pensa e age assim. Se teve intenção de conversar com a categoria, deveria ter evitado o movimento grevista e respeitado a classe trabalhadora, negociando antes do movimento paredista dos professores, que segundo a presidenta Dilma em seu discurso de posse, disse são eles as reais autoridades da educação.
É preciso que esse povo que ora gerencia o capital rever o seu passado recente, passado de militância política e, deixar de agir como se ditador fosse. 
 Aqui no Ceará, o senhor governador Cid Gomes, também não teve sensibilidade para evitar o movimento paredista, pois ficou protelando até as últimas consequências e, no momento agonizante da greve, os professores foram literalmente massacrados numa manifestação na 'casa do Povo' cearense, onde professores saíram ensanguentados por não poderem exercer seus direitos constitucionais, tudo isso com o apoio 'legal' do presidente da Assembléia Legislativa.
Se as finanças não andam 'boas das pernas', porque então não falta dinheiro para propagar suas falácias e concessões? Respeito é fundamental e pedimos que os atuais gerentes do capital sejam humanos e republicanos, no sentido de promoverem políticas públicas, atendendo as necessidades imediatas da população, dando dignidade à população, aos funcionários públicos e, ignorem promoções pessoais e ou governamentais.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

A Ação Cidadã no Processo Eleitoral


A política brasileira se faz presente hoje, nas ações que antes condenávamos. A luta pelo poder distancia cada vez mais as ideologias da política em sua etmologia na concepção da palavra e, parece-me que não importa com quem compomos, entretanto é bom lembrar que no governo do presidente Lula, o 'inexpressível' Roberto Jeferson, que pouco contribuiu de positivo para a república, “denunciou” o tal mensalão, do qual ele se fez beneficiado, mas, “jogou farinha no ventilador” do PT e a população passou a vivenciar uma certa desconfiança na classe política brasileira. As composições se dão de acordo com o tempo que uma determinada agremiação “partidária” detem com o espaço na telinha da TV.
É bom lembrar que a população que vota, os ditos “cidadãos” dos momentos eleitoreiros, espera sempre as ilusões das falácias propagadas pelo candidato, que pode até ter bons propósitos, porém as tais composições interesseiras e o sistema capitalista de dominação, o faz desviar das questões republicanas em detrimento dos privilégios momentâneos de poucos antirepublicanos, que só onera o herário e desvia as necessidades imediatas do povo, para um próximo mandato, ou outra eleição em nome da tal governabilidade.
A grande maioria da população, já não sente indignação pelas ações incorretas de maus gestores e, com certeza seria odiada pelo filósofo italiano Antonio Gramsci que não aceita a indiferença entre os seres humanos vivos. Torna-se assim, imprescindível a práxis política do bom senso, no intuito de ficar atentos a toda ação governamental e cobrar responsabilidades republicanas junto aos gerentes do capital.
Ignorar o processo vigente, seria no mínimo negar em si a capacidade de ser social e, com ser social, faz-se necessário uma ação coletiva de vigilância da democracia, que ainda se encontra nos seus primeiros passos, entretanto, precisamos firmar desejos de uma plena democracia brasileira, com ações republicanas onde o povo seja a estrela máxima desta constelação terráquea.

sábado, 9 de junho de 2012

A lide Popular Transformando a Educação Tradicional



Para superar o caos educacional vivenciado nas salas de aulas em tempos atuais, onde a “valorização (apropriação) do saber” parece-me abstrata, inconsistente e divorciada das vivências do povo, é preciso construir uma educação revolucionária e de carater popular, onde a massa se veja presente nas lutas e práticas educacionais e em sua cultura, tendo como ponto de partida os movimentos comunitários de base em busca da transformação social.
Já não dá mais para compreender o ser humano apenas como um (re)transmissor (reprodutor) do carater educacional tradicional, que segundo Paulo Freire, aliena, oprime e afasta as pessoas da liberdade e das práticas efetivas do ser político. Torna-se urgente uma mudança radical que permita aos homens e mulheres não apenas a compreensão da realidade posta, entretanto, que possibilite em cada ser humano a força de transformação cultural e social e que seja possível escrever sua própria história emancipatória, sem perder de vista a criatividade e a liberdade através das lides cotidianas individuais e coletivas contra a hegemonia das forças capitalistas globalizadas vigentes.
Torna-se necessário compreender a fundo a realidade existente e, através das críticas, construir coletivamente alternativas de vida para uma nova sociedade, onde a organização social e política conduza a classe trabalhadora nas decisões horizontalizadas de sua cultura e fortaleça as práticas de lutas na vida das pessoas.
O processo educaional e histórico é amplo e caracteriza a inovação pedagógica revolucionária necessária para construir efetivamente a transformação social, com possibilidades concretas de ter uma sociedade humanizada e, sem as desigualdades sociais, onde poucos tem muito e muitos possuem pouco ou quase nada, em se tratando de bens materiais necessários a uma vida digna. Essa realidade proativa educacioanal autônoma de carater dialógico, onde pessoas participantes do processo, tenham compreensões críticas da realidade e ações democráticas, fraternas sem se distanciar da lide libertadora para reverter a ordem social e construir uma sociedade socialmente mais justa e economicamente igualitária.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Imbróglio da Aliança Luizianne Lins x Cid Gomes



Estamos vivendo um momento político muito rico, uma vez que se aproximam as eleições municipais, todavia entendo que as prioridades programais foram deixadas de lado para viver uma celeuma pessoal de quem se une a quem, com o propósito de uma eleição vindoura a nível estadual.
Cada momento político deveria representar as aspirações momentâneas e, não conjecturas futuras de poder.
As forças políticas cearenses estão com suas expectativas voltadas para as próximas eleições e ficam de “beicinho” em relação a propostas e programas, contando com a velha mídia que ilude a massa com falácias e não representa seu poder de comunicar verdadeiramente. Onde nomes deveriam ser ignorados em detrimento de propostas objetivas e exequíveis. Dizer que o senhor governador Cid Ferreira Gomes acredita numa aliança com a senhora prefeita Luizianne Lins, a comunicação parece-me arranhada, e as hierarquias não estão sendo respeitadas. Acredito que outros nomes irão desfilar no tabuleiro eleitoral de 2012 e, quem ganhar a prefeitura de Fortaleza se qualifica para disputar a vaga de governo em 2014 e, esse é realmente o gargalo momentâneo. Caso a senhora prefeita Luizianne Lins abdique de disputar as eleições governamentais e se comprometa com o apoio ao candidato do senhor governador Cid Gomes em 2014, a aliança política em 2012 estaria costurada com o nome do senhor secretário de educação do município, Elmano Freitas.